BASF é autorizada a comercializar soja geneticamente modificada no Brasil.
O grupo químico alemão BASF anunciou nesta sexta-feira que obteve autorização para comercializar no Brasil grãos de soja geneticamente modificados.
Batizado de "Cultivance", o OGM de soja foi desenvolvido em associação com a Embrapa, especializada em pesquisa agrícola. É a primeira vez que a BASF obtém uma autorização para comercializar um OGM, indicou uma porta-voz da empresa à AFP.
A BASF tem outros OGM desenvolvidos, como sua batata transgênica Amflora, que espera há 14 anos uma autorização de comercialização da Comissão Europeia, acrescentou a porta-voz.
A BASF também tenta vender nos Estados Unidos um milho transgênico resistente à seca e desenvolvido com o grupo norte-americano Monsanto. (Noticias UOL)NOTA: AEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) é uma instituição pública brasileira vinculada ao Ministério da Agricultura.2 questões: - O Estado na contramão do Principio da Precaução. Não existem estudos que comprovem que os transgênicos não fazem mal a saúde; - O Estado que não implanta a rotulagem dos produtos. Escrito por Nanci Ferreira às 16h33
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Sexta-feira, 5 de fevereiro
Curitiba 40 Graus..
Como no Rio de Janeiro já começamos a frequentar bancos, lojas e shoppings para aliviar o calor.
Se eu pudesse, ah se eu pudesse...me transportaria agora para a Chapada dos Veadeiros.
Eu sempre comi abrobrinha, muito mais pelor teor nutritivo do que pelo gosto, aliás tem muito pouco gosto.
A abobrinha contém Fósforo, Cálcio, Ferro e celulose, além de pequenas quantidades de vitamina A, importante à visão e à pele, e vitaminas do Complexo B, que ajudam no desenvolvimento e crescimento.
Mas, com essa receita ótima, dica do Guilherme que experimentou pela primeira vez na Colombia, tenho colocado frequentemente no meu cardápio de verão. É refrescante..
Corte a abobrinha em rodelas bem fininhas, coloque sal, limão e óleo de oliva. Uma delícia.
Um dos melhores filmes que assisti nos ultimos tempos. Um filme para a alma, delicado, belo, emocionante.
E o melhor ... te faz pensar.
Dirigido pela alemã Doris Dorrie, cineasta de sucesso nos anos 80. O filme foi indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2008, e exibido na 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Apesar de quererem nos fazer crer que as grandes monoculturas são as responsaveis "pela comida nossa de cada dia",
dados do IBGE do Censo Agropecuário de 2006, dizem ao contrário.
É a agricultura familiar a responsavel pela nossa mesa.
Transcrevo artigo bastante esclarecedor do Ministro do Desenvolvimento Agrário.
Jornal Folha de São Paulo, 11 de outubro de 2009.
Um novo modelo de desenvolvimento rural
GUILHERME CASSEL
O Censo Agropecuário 2006 jogou luz sobre o campo brasileiro, mostrando qual é o setor mais produtivo: o da agricultura familiar
O CENSO Agropecuário 2006, realizado pelo IBGE, jogou luz sobre o campo brasileiro, mostrando qual é o setor mais produtivo, que gera mais empregos e que coloca alimentos mais saudáveis na mesa da população brasileira. Esse setor é o da agricultura familiar. Apesar de ocupar só um quarto da área cultivada, a agricultura familiar responde por 38% do valor da produção (ou R$ 54,4 bilhões). Mesmo cultivando uma área menor, a agricultura familiar é responsável por garantir a segurança alimentar do país, gerando os principais produtos da cesta básica consumida pelos brasileiros. A agricultura familiar emprega quase 75% da mão de obra no campo e é responsável pela segurança alimentar dos brasileiros, produzindo 70% do feijão, 87% da mandioca, 58% do leite e 46% do milho, entre produtos consumidos pela população. O censo mostra ainda que existem 4.367.902 estabelecimentos de agricultura familiar no Brasil, que representam 84,4% do total (5.175.489), mas ocupam apenas 24,3% (80,25 milhões de hectares) da área dos estabelecimentos agropecuários brasileiros. No período entre 1985 e 1995, o número de estabelecimentos até dez hectares caiu significativamente, bem como a área cultivada por eles. Já de 1995 a 2006, a área da agricultura familiar continuou praticamente a mesma, mas o número de estabelecimentos aumentou, o que indica que esse processo não se deu à custa da migração do campo para a cidade, como ocorria no passado. Os números mostram que está em curso uma mudança no campo brasileiro e que não estamos condenados a um único modelo de produção. Desde os anos 70, as políticas públicas voltadas para a agricultura obedeceram a uma concepção específica de modernização tecnológica. Por meio dela, procurou-se aumentar a produtividade da força do trabalho empregada no cultivo e na criação de animais mediante o uso de tecnologias que substituíram o trabalho humano pelo emprego intensivo de máquinas e insumos químicos. De modo geral, tal concepção favoreceu o monocultivo em grandes extensões de terra, a maioria em poder de estabelecimentos de grande porte. A combinação de estrutura agrária concentrada com políticas agrícolas e padrão tecnológico excludentes produziu o empobrecimento de milhares de famílias de pequenos e médios agricultores, processo que, em muitos casos, levou à perda de propriedades e de biodiversidade e contaminação de rios, alimentos e pessoas pelo uso intensivo de agrotóxicos. O movimento dominante nesse período foi a progressiva expulsão de homens e mulheres do campo, que foram engrossar os bolsões de pobreza nas periferias urbanas. Nos últimos anos, porém, um conjunto de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da reforma agrária e da agricultura familiar começou a alterar significativamente esse cenário de empobrecimento do meio rural. O Censo Agropecuário 2006 mostra que está em curso uma nova dinâmica social e produtiva no campo brasileiro. Uma dinâmica em que pequenos e médios produtores viraram sinônimo de qualidade de vida. É importante destacar que esses resultados são fruto de uma longa jornada de lutas sociais e de reconhecimento pelo Estado brasileiro da importância econômica e social e da legitimidade das demandas da agricultura familiar, um conjunto plural formado pela pequena e média propriedade, por assentamentos de reforma agrária e comunidades rurais tradicionais extrativistas, pescadores, ribeirinhos, quilombolas. Essa jornada foi impulsionada por lutas sociais que integraram a agenda da redemocratização brasileira e que aos poucos foram inscrevendo no marco institucional as novas políticas públicas de desenvolvimento rural. Há uma agenda pós-crise colocada neste início de século 21. Estamos assistindo a uma confluência de crises econômica, energética e ambiental e ao fracasso de um modelo baseado nas teorias do Estado mínimo e da desregulamentação desenfreada. Esse cenário coloca a questão ambiental e a segurança alimentar dos povos na ordem do dia. A vitalidade da agricultura familiar brasileira mostra que outro modelo de desenvolvimento rural é possível. Mais do que isso, é necessário. A realidade apontada pelo censo refuta as teses de quem insiste em dizer que o único traço de modernidade no setor rural é aquele expresso pelas grandes plantações mecanizadas voltadas para a exportação. Ela mostra uma alternativa concreta que combina crescimento econômico, luta contra a fome, a pobreza e a desigualdade social, produção de alimentos saudáveis, geração de conhecimento, proteção ao meio ambiente e a incorporação de milhões de brasileiros e brasileiras ao universo dos direitos, que é o universo da cidadania.
GUILHERME CASSEL , 53, engenheiro civil, é ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário.
Buenos Aires, 3 out (EFE).- A cantora argentina Mercedes Sosa, internada em uma clínica de Buenos Aires, segue em estado grave e com perda das funções orgânicas, segundo detalhou neste sábado o mais recente boletim médico.
Sosa está em coma, respirando com a ajuda de aparelhos e a previsão é que continue assim.
Aos 74 anos, a cantora está internada na unidade de terapia intensiva do hospital da Trinidad desde 18 de setembro. Ela entrou no hospital por causa de uma disfunção hepática, mas o quadro foi agravado com complicações cardiorrespiratórios.
As correntes de orações pedidas pelo filho da cantora, Fabián Matus, e os desejos de melhora vem de toda parte.
Está acontecendo agora a Parada da Diversidade LGTB - lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais de Curitiba, com o tema "Seus direitos, nossos direitos, direitos humanos - pelo Fim da Violência e da Impunidade".
Segundo os organizadores do evento somente no primeiro semestre deste ano, 18 homossexuais foram assassinados no Paraná e a maiorira dos casos permanece sem esclarecimento.